Letra de Roupa Nova, nos Bailes da Vida. Maria Maria (Ao Vivo)
Todos os dias, toda manhã Sorriso aberto e roupa nova Passarin' preto de terno branco Pinduca vai esperar o tremTodos os dias, toda manhã Ele sozinho na plataforma Ouve o apito, sente a fumaça E vê chegar o amigo tremQue acontece, que nunca parou Nessa cidade de fim de mundo E quem viaja pra capital Não tem olhar para o braço que acenouO gesto humano fica no ar E o abandono fica maior E lá na curva desaparece com sua féHomem que é homem Não perde a esperança, não Ele vai parar Quem é teimoso não sonha outro sonho, não Qualquer dia ele paraE assim Pinduca toda manhã Sorriso aberto e roupa nova Passarinho preto de terno branco Vem a renovar a sua féFoi nos bailes da vida ou num bar em troca de pão Que muita gente boa pôs o pé na profissão (vai!)Maria, Maria é um dom, uma certa magia Uma força que nos alerta Uma mulher que merece viver e amar Como outra qualquer do planetaMaria, Maria é o som, é a cor, é o suor É a dose mais forte e lenta De uma gente que ri quando deve chorar E não vive, apenas aguenta (e aí)Mas é preciso ter força, é preciso ter raça É preciso ter gana sempre Quem traz no corpo a marca Maria, Maria mistura a dor e a alegriaMas é preciso ter manha, é preciso ter graça É preciso ter sonho sempre Quem traz na pele essa marca Possui a estranha mania de ter fé na vidaNando!Mas é preciso ter força, é preciso ter raça É preciso ter gana sempre Quem traz no corpo a marca Maria, Maria mistura a dor e a alegriaMas é preciso ter manha, é preciso ter graça É preciso ter sonho sempre Quem traz na pele essa marca Possui a estranha mania de ter fé na vida (vai!)
