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Letra de Fala Mangueira (Pot-Pourri)

Os tempos idos, nunca esquecidos Trazem saudade ao recordar É com tristeza que relembro Coisas remotas que não vêm maisUma escola na Praça Onze Testemunha ocular E perto dela uma balança Onde os malandros iam sambarDepois, aos poucos, o nosso samba Sem sentirmos, se aprimorou Pelos salões da sociedade Sem cerimônia ele entrouNão pertence mais à praça Já não é samba de terreiro Vitorioso, ele partiu Para o estrangeiroE muito bem representado Por inspiração de geniais artistas O nosso samba, humilde samba Foi de conquistas em conquistasConseguiu penetrar no municipal Depois de percorrer todo o universo Com a mesma roupa a gente saiu daqui Exibiu-se pra Duquesa de Kent no ItamaratyAo amanhecer, ao anoitecer Cantam em bando aves fazendo verão Ouve-se acordes de um violãoE são eles, verdes periquitos Têm o peito forte tal qual o granito E são lindas as suas cançõesQuando a tarde vai morrendo (ai, meu Deus) O crepúsculo vem descendo Reúne-se o bando na rua e cheios de harmonia Entoam uma melodia que faz dançar a própria luaAo amanhecer, ao anoitecer Cantam em bando aves fazendo verão Ouve-se acordes de um violãoE são eles, verdes periquitos Têm o peito forte tal qual o granito E são lindas as suas canções E são lindas as suas canções E são lindas as suas cançõesAlvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor O sol colorindo é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo tingindo, tingindo a alvoradaAlvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor O sol colorindo, é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo tingindo, tingindoVocê também me lembra alvorada Quando chega iluminando Meus caminhos tão sem vidaE o que me resta é bem pouco Quase nada do que ir assim vagando Numa estrada perdida, alvoradaAlvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor O sol colorindo, é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo tingindo, tingindoE a natureza sorrindo tingindo, tingindo E a natureza sorrindo tingindo, tingindoQuem me vê sorrindo pensa que estou alegre O meu sorriso é por consolação Porque sei conter para ninguém ver O pranto do meu coraçãoO pranto que eu verti por este amor, talvez Não compreendeste e se eu disser não crês Depois de derramado, ainda soluçando Tornei-me alegre, estou cantandoQuem me vê sorrindo pensa que estou alegre O meu sorriso é por consolação Porque sei conter para ninguém ver O pranto do meu coraçãoCompreendi o em erro toda humanidade Uns choram por prazer e outros com saudade Jurei e a minha jura jamais eu quebrarei E todo pranto escondereiQuem me vê sorrindo pensa que estou alegre O meu sorriso é por consolação Porque sei conter para ninguém ver O pranto do meu coraçãoAlegria era o que faltava em mim Uma esperança vaga eu já encontrei E pelos carinhos que me faz, me deixa em paz Não te quero ver, para nunca maisAlegria era o que faltava em mim Uma esperança vaga eu já encontrei Pelos carinhos que me faz, me deixa em paz Não te quero ver, para nunca maisEu sei que teus beijos e abraços Tudo isso não passa de pura hipocrisia Já que tu não és sincera Eu vou te abandonar um dia, alegriaAlegria era o que faltava em mim Uma esperança vaga eu já encontrei Pelos carinhos que me faz, me deixa em paz Não te quero ver, para nunca maisAlegria era o que faltava em mim Uma esperança vaga eu já encontrei Pelos carinhos que me faz, me deixa em paz Não te quero ver, para nunca maisEu sei que teus beijos e abraços Tudo isso não passa de pura hipocrisia Já que tu não és sincera Eu vou te abandonar um dia, alegriaAlegria era o que faltava em mim Uma esperança vaga eu já encontrei Pelos carinhos que me faz, me deixa em paz Não te quero ver, para nunca maisAlegria era o que faltava em mim Uma esperança vaga eu já encontrei Pelos carinhos que me faz, me deixa em paz Não te quero ver, para nunca mais Alegria, alegria, alegria, alegria, alegria, alegria