Letra de Quadro-Negro
No sub-imundo mundo, sub-humano Aos montes, sob as pontes, sob o sol Sem ar, sem horizonte, no infortúnio Sem luz no fim do túnel, sem farol Sem-terra se transformam em sem-teto Pivetes logo se tornam pixotes Meninas, mini-xotas, mini-putas De pequeninas tetas nos decotes Quem vai pagar a conta? Quem vai lavar a cruz? O ultimo a sair do breu, acende a luz Quem vai pagar a conta? Quem vai lavar a cruz? O ultimo a sair do breu, acende a luzNo topo da pirâmide, tirânica Estúpida, tapada minoria Cultiva viva como a uma flor A vespa vesga da mesquinharia Na civilização eis a barbárie É a penúria que se pronuncia Com sua boca oca, sua cárie Ou sua raiva e sua revelia Quem vai pagar a conta? Quem vai lavar a cruz? O último a sair do breu, acende a luz Quem vai pagar a conta? Quem vai lavar a cruz? O último a sair do breu, acende a luz Quem vai pagar a conta? Quem vai lavar a cruz? O último a sair do breu, acende a luz Quem vai pagar a conta? Quem vai lavar a cruz? O último a sair do breu, acende a luz O último a sair do breu, acende a luzO que prometeu não cumpriu O fogo apagou A luz extinguiu
Información de la canción
| Artista | Lenine |
|---|---|
| Álbum | Falange Canibal (Deluxe) |
| Año | 2003 |
| Duración | 3:31 |
